Aventureiros atravessarão oceano em barco de garrafas pet

Um aventureiro economicamente sustentável está colocando em ação um ambicioso plano para atravessar o oceano Pacífico em um barco reciclável construído com garrafas plásticas. A embarcação, desenvolvida no formato de um catamarã - veículo náutico com dois cascos -, viajará 18 mil km dos Estados Unidos à Austrália, transportando quatro tripulantes.

O Plastiki terá na sua estrutura de dois cascos paralelos entre 12 e 16 mil garrafas de 2l que já estão sendo coletadas. Cada uma delas será pressurizada com pó de gelo seco, que devem sublimar para dióxido de carbono. Apenas os mastros do barco são de metal, deixando os demais 90% com materiais reciclados.

A aventura, prevista para abril, terá início em São Francisco, na Califórnia, até a chegada em Sydney, capital australiana, onde a embarcação será desmontada e reciclada.

A viagem é considerada arriscada, mas o design do Plastiki é mais resistente que o barco de caixinhas de papel feito por um jovem de 22 anos que fracassou ao tentar velejar pelo rio Mississipi no ano passado.

Pantanal 25

Sem dúvida o Pantanal 25 deve ter surpreendido o pessoal da revista pelo seu conceito inusitado. Ele foi principalmente concebido para ser rebocável, e por isso é bem leve e seus sistemas são simples e ecológicamente corretos, não havendo perfurações no casco por onde possam ser jogados efluentes. Novamente houve um equivoco na reportagem informando que somos os construtores. Quem está se preparando para introduzi-lo no mercado é o estaleiro Intaschi Nautical Performance, de Campinas, S.P. que irá lançar oficialmente o modelo no São Paulo Boat Show de outubro próximo.

Veleiro Marujo´s representa a Bahia na 37ª Rolex Ilhabela Sailing Week

O veleiro Marujo’s, um Bruce Farr de 42 pés, participará pela segunda vez da Rolex Ilhabela Sailing Week, que chega a sua 37ª edição entre os dias 17 e 24 de julho, no Yacht Club de Ilhabela, no litoral norte paulista. Comandado por Gerald Wicks, o barco representará a Bahia no principal evento náutico da América Latina.
"Estamos passando agora por pequenos ajustes para melhorar o nosso rating na ORC Internacional. O objetivo é fazer frente às feras do Sul e Sudeste", comentou Wicks, que lidera uma tripulação de sete pessoas, todas da Bahia. "Queremos ficar entre os dez primeiros."
No ano passado, Marujo’s ficou em 13º lugar na classe ORCi 600 e em 20º lugar na ORCi, classificação geral. "Para este ano, teremos basicamente a mesma tripulação que, com a experiência adquirida em 2009, esperamos ficar entre os dez melhores", disse. "Sabemos que apesar de ser uma tarefa difícil, é esse o nosso objetivo."
As classes convidadas este ano para a competição são a S40, ORCi, ORCc, BRA-RGS, HPE25, Beneteau First 40.7, Delta 32, Skipper 30 e 21. As vagas disponíveis já foram preenchidas mas é possível se inscrever em uma lista de espera, através do www.risw.com.br.

Maior veleiro da Ilhabela Sailing Week, Sessentão aposta na tecnologia para ser o mais rápido

O veleiro de 60 pés Sessentão, que durante a 37ª Rolex Ilhabela Sailing Week deverá ser o maior barco da raia, espera usar toda sua tecnologia para conquistar bons resultados durante a competição marcada para os dias 17 a 24 de julho, no Yacht Club de Ilhabela, em São Paulo.

“O Sessentão é um barco de travessia longa com características de Open 60, porém com todo conforto de um barco de cruzeiro, sendo classificado como um barco muito rápido. Dentre os destaques de tecnologia, estão diversos equipamentos encontrados nos barcos de competição volta ao mundo, como os Open 60 / Volvo 70, como quilha pivotante, bolina e gurupé retráteis, leme duplo, sistema hidráulico de manobras comandado via bus can, entre outros”, contou o comandante Alain Simon.

Mesmo ainda não sabendo em qual classe irá competir devido a suas características, a embarcação está confiante para a disputa. Ao todo, 11 tripulantes, na maior parte velejadores experientes, farão parte do grupo na estreia do barco na Ilhabela Sailing Week. O principal objetivo da equipe é treinar para a Refeno e tentar fita azul na abertura da prova.

"Nas regatas barla-sota, em função do calado, teremos que velejar no canal, no meio da correnteza e, portanto iremos participar sem pretensão de resultados expressivos", explicou o comandante, que ainda espera o certificado da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano para conseguir competir na classe ORC Internacional.